Desvendando enigmas históricos: relato de prática de uma prova game

Gente!

Hoje quero compartilhar com vocês meu artigo recém publicado!

Nesse artigo, fiz um relato de prática sobre a experiência com uma “prova game”, cujo objetivo foi avaliar o aprendizado dos alunos por meio de habilidades requeridas em uma prova trimestral em formato de um jogo, ressignificando a ideia de avaliação com exercícios tradicionais por enigmas a serem desvendados.

A publicação foi na Revista Pluri, da Cruzeiro do Sul Educacional, que se propõe a discutir a História da Ciência em seus diversos aspectos: Sociais, Humanos, Econômicos, da Saúde e Tecnológicos integrando os diversos ramos do conhecimento.

Para acessar a Revista, basta clicar aqui.

Para acessar o artigo, clique aqui.

 

 

 

 

Minha Dissertação!

Olá, seguidores deste Blog!

Atendendo a pedidos, compartilho com todos vocês a minha dissertação de mestrado na íntegra!

Minha defesa foi em 2014 (tempo passa…!), mas só ano passado foi adicionada ao banco de teses da USP (“apenas” quatro anos depois… rs).

Segue o resumo:

“A temática que nos propusemos a estudar se refere à afirmação identitária latino-americana à luz das obras Nuestra América (1891) de José Martí e Manifesto Antropófago (1928) de Oswald de Andrade. O problema fundamental de nossa pesquisa se refere ao fato de que, mesmo tendo surgido em momentos e lugares diferentes, tais obras apresentarem conteúdos com propostas emancipadoras para a América Latina. Nossa hipótese é a de que, mesmo que esses autores tenham escrito essas obras em momentos cronológicos e em lugares distintos, sem terem tido contato direto um com o outro, as referidas obras estão conectadas por meio do pensamento emancipador em busca de uma afirmação identitária da América Latina. Nossa escolha se deu justamente pelo fato de ambos os autores apresentarem, como ponto em comum, o uso da língua em obras literárias como instrumentos difusores de suas propostas emancipadoras. Nossos objetivos foram analisar sob quais condições estas obras foram produzidas, articulando-as ao contexto latino-americano, porém não necessariamente de modo comparativo. Também quisemos examinar a trajetória intelectual de Martí e de Oswald e os processos de produção destas obras para, enfim, compreender e interpretar as produções de sentido no discurso de ambos. Neste estudo empregamos como método a pesquisa bibliográfica, tendo como dispositivo analítico a análise do discurso sob um viés histórico, mas lançando mão de uma farta bibliografia interdisciplinar que nos auxiliou na tentativa de compreensão do tema aqui estudado. Para ambos, a ausência de uma identidade própria da América Latina configurava um dos maiores empecilhos da região em alcançar autonomia cultural e econômica. Ainda hoje suas obras continuam a contribuir para o debate sobre a integração da América Latina, justamente por proporem a reflexão de uma nova concepção de mundo em que os latino-americanos buscam protagonismo.”

E aí, ficou interessado em saber um pouco mais? Basta clicar aqui e fazer o download!

Grupo de estudos livres para ingresso na Pós-Graduação da USP

Pessoal, trago uma excelente oportunidade para vocês!

Recentemente recebi o contato da professora Simone Alves de Carvalho, graduada em relações públicas (ECA-USP), mestre e doutora em Ciências da Comunicação (PPGCOM-USP), na área de pesquisa de Interfaces Sociais da Comunicação. Atualmente, a professora leciona na graduação e na pós-graduação lato sensu na área de Comunicação, na Escola de Comunição e Artes ECA-USP. 

A professora Simone tem a proposta de criar um grupo de estudos livres, como propósito de discutir um texto diferente a cada encontro, dentre aqueles exigidos em processos seletivos anteriores, para que os participantes consigam desenvolver suas estratégias pessoais de estudos para o ingresso no programa de pós-graduação stricto sensu (cursos de mestrado e doutorado).

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Os dez mandamentos do pesquisador sem recursos

Oiii pessoal!

Faz um tempinho que não escrevo aqui no Blog… Este semestre estive orientando vários projetos de pesquisa. Optei, então, por me dedicar ao trabalho da consultoria (e que rendeu algumas aprovações! Uhuuuu!!!).

Esses dias li um texto e gostaria de compartilhar com vocês. Acho que pode servir para muitos, inclusive para mim.

Um abraço a todos e desejo muitas aprovações para 2018!

 

Os dez mandamentos do pesquisador sem recursos

(por Marcelo Paixão)

 

• Aprenda a trabalhar com poucos recursos. Nem sempre recurso abundante é sinônimo de um bom trabalho; Continuar lendo

Saúde mental X bloqueio de escrita

Fala galera!

Já comentamos em outro artigo sobre o bloqueio na escrita. Esse é um problema enfrentado por muitos mestrandos. Eu, particularmente, já passei noites em claro pensando e tentando descobrir o método adequado para minha pesquisa. Tudo isso me causava um grande desconforto, um medo de não conseguir escrever a dissertação a tempo. A angustia e o medo de “fracassar” quase me engoliu.

Essa é uma questão que nos leva a um outro problema: a saúde mental dos pós-graduandos. Não são poucos que sofrem, em silêncio, com esse problema. E aí, o que fazer? Continuar lendo

“Admirável mundo novo”

Oi pessoal!

Volta às aulas e muito trabalho nesse começo de ano (dois meses sem publicar…).

Isso me fez lembrar do início do meu mestrado, em 2012 (eita, já se passaram cinco anos!). Um novo universo se abrira para mim, que vinha de uma formação em universidade privada (mas não por isso ruim).

Contra todas as expectativas lá estava eu na Universidade de São Paulo, numa pós-graduação stricto sensu. Ao rememorar esse momento me lembro de toda a alegria que sentia, mas ao mesmo tempo sentia uma certa estranheza. Como João de Santo Cristo, em Faroeste Caboclo, sentia mesmo que era mesmo diferente,
sentia que aquilo ali não era o seu lugar. Continuar lendo

A mesmice acadêmica…

Fala mestrandos e futuros mestrandos!

Compartilho com vocês um texto bem interessante que li no portal Geledés.

Apreciem sem moderação 😉

 

Por: Antonio Ozaí da Silva

Ler dissertações e/ou teses é sempre um aprendizado – especialmente quando a escrita desafia as nossas certezas e instiga a reflexão. No mínimo, aprendemos ao nos depararmos com novas informações e/ou pelo estímulo à rememoração enriquecedora de conteúdos que pareciam esquecidos. Continuar lendo